19/ JULHO

Tecnologia de comunicação ao alcance das empresas

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Seal Telecom oferece soluções de sala de videoconferência, comunicação unificada e segurança para o segmento corporativo.

A integradora Seal Telecom, que tem a sua operação montada nas áreas de áudio e vídeo, comunicação unificada e segurança, tem planos de expandir de forma expressiva os seus negócios no mercado brasileiro, onde atende os setores privado e público. No ano passado, a companhia registrou um faturamento de R$ 120 milhões, representando um incremento de 40% em relação ao exercício anterior, e projeta para 2017 uma receita de R$ 150 milhões.

Ativa há 17 anos, a empresa aumentou em 15% o quadro de funcionários e tem escritórios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Florianópolis, Paranaíba (MS) e Curitiba. Além disso, deu início ao seu processo de internacionalização, com presença em outros países da América Latina, como Argentina, Colômbia e México, e em Miami, nos Estados Unidos.

Os resultados são comemorados por Cristiano Felicissimo, diretor de pré-venda da Seal Telecom. “Estamos crescendo o dobro de nossos concorrentes”, diz o executivo, que atribui o sucesso da operação ao fato de a empresa conseguir trabalhar com as suas três unidades de negócios agregadas.

Segundo o executivo, a empresa tem condições de oferecer solução de videoconferência, de sistema de segurança e de sala de reunião, com contrato e gestão únicos para os clientes. Para tanto, conta com uma rede de mais de 100 fornecedores de tecnologia nacionais e do exterior para suprir as necessidades do mercado corporativo.

Na área de áudio e vídeo, por exemplo, a Seal Telecom se especializou na adequação de salas para a realização de videoconferência. Além de empresas, esse tipo de operação cobre outros ambientes que precisam de sistemas de sonorização, como cinemas, plenários, auditórios, salas de treinamento, clubes, shoppings, salas de aula, estádios de futebol, linha de metrô.

As oportunidades de negócios nessa área são grandes. Felicissimo explica que as empresas normalmente enfrentam problemas por conta de investimentos equivocados na aquisição dos equipamentos. “Uma reunião atrasa de 20 a 30 minutos porque ninguém consegue ligar o computador no projetor ou transmitir a imagem para a tela”, exemplifica.

Por outro lado, o executivo salienta que a contratação de projetos para adequação de salas de videoconferência tornou-se uma receita recorrente. Anfiteatros e hotéis, que são bem estruturados em termos de equipamentos, atraem clientes para locação, ressalta. Os clientes têm a opção de comprar e instalar os equipamentos (modelo conhecido como videoconferência física) ou fazer a contratação como um serviço (na nuvem), pagando valor correspondente ao uso.

A estratégia montada pela Seal Telecom consiste em desenhar a solução para o cliente e, posteriormente, definir o modelo de contratação: locação, venda do equipamento, manutenção preventiva e corretiva. “Temos clientes que compram a adequação da sala de videoconferência e os equipamentos, e nós enviamos um técnico periodicamente para fazer a manutenção e dar treinamento”, acrescenta Felicissimo.

Os projetos na área de segurança consistem, muitas vezes, na substituição de mão de obra (vigilante que faz a ronda na empresa ou no prédio comercial) por câmeras inteligentes, num processo de troca da gestão de pessoas pela gestão tecnológica, que vem sendo cada vez mais impulsionado.

Na avaliação de Felicissimo, as dificuldades econômicas vividas pelo Brasil nos últimos anos estimularam o setor corporativo a adotar soluções de videoconferência. “Ninguém mais viaja, eliminando gastos com hotel, aluguel de carro ou contratação de taxi e alimentação”, ressalta, acrescentando que, com a oferta abundante de tecnologias de videoconferência, a comunicação ficou mais barata.

A vertical finanças é uma grande fonte de negócios para a Seal Telecom que atua de forma a melhorar a infraestrutura dos escritórios corporativos dos bancos e a experiência final dos seus clientes. “Somos um grande fornecedor de sistemas de videoconferência para o Banco do Brasil e para a Caixa Econômica Federal, que têm uma capilaridade de agências muito grande e precisam investir muito em tecnologia de comunicação”, diz Felicissimo.

Além disso, como precisam cada vez mais de monitoramento de infraestrutura, segurança, cyber security, os bancos criam centro de comando e controle espalhados pelo Brasil. Segundo Felícissimo, a Seal Telecom foi a fornecedora de sistemas de videconferências para os centros desse tipo instalados pela Caixa no decorrer do ano passado.

A área de segurança representa 22% da operação da Seal Telecom, enquanto comunicação unificada e segurança detêm, cada uma 35% da receita. Os 7% restantes provêm de contratos de manutenção – receita recorrente – que a companhia pretende aumentar para 25% nos próximos anos. Para tanto, a estratégia é impulsionar a prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva, operação assistida e locação.

Na operação da Seal Telecom destaca-se, também, a oferta da solução Seal Conecta, que é um sistema de gravação audiovisual para audiências judiciais, e os projetos de cidades inteligentes. Felícissimo estima fechar o exercício 2017 com faturamento entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões em contratos relacionados à solução Seal Conecta.

Já em relação às cidades inteligentes, com o qual almeja auxiliar as cidades com a implementação de infraestrutura de dados e voz para integrar os serviços públicos, o executivo afirma que há projetos em andamento em municípios de Minas Gerais. Até o final do ano, a Seal Telecom espera realizar de 20 a 25 projetos em cidades que possuam entre 30 mil e 500 mil habitantes.

Fonte: http://www.executivosfinanceiros.com.br/telecom/5729-tecnologia-de-comunicacao-ao-alcance-das-empresas

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